Blog do Jonathan Samuel

Casamento de crianças e adolescentes cai na Paraíba, mas índice segue acima da média do país

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O número de crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos que vivem em algum tipo de união conjugal caiu na Paraíba nas últimas duas décadas, mas os registros ainda seguem em patamar elevado quando comparados à média do país. Em 2022, 1.065 crianças e adolescentes dessa faixa etária declararam viver em relação conjugal no estado. 

O total representa uma queda de cerca de 50% em relação ao ano 2000, quando 2.156 crianças e adolescentes estavam nessa condição. O pico ocorreu em 2010, com 2.684 registros, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE).

Os números são resultado de uma apuração da Rádio CBN, com base em informações solicitadas ao instituto e levantadas a partir do Censo Demográfico 2022 e das edições anteriores, de 2010 e 2000. Os dados consideram como união conjugal uniões consensuais, casamento civil, casamento religioso ou a combinação dessas formas de vínculo. 

Paraíba acima da média do país

Em 2022, o Brasil registrou mais de 34 mil crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos vivendo em união conjugal. Considerando a população nacional dessa faixa etária, estimada em 13,5 milhões, o índice foi de 0,25%, o equivalente a 1 em cada 397 pessoas. 

Na Paraíba, o percentual é mais alto. Entre 283 mil crianças e adolescentes, os 1.065 registros representam cerca de 0,57%, o que corresponde a 1 em cada 177 pessoas vivendo em união conjugal no ano de 2022. 

A maior parte dessas uniões ocorre fora da capital. Em João Pessoa, foram registrados 66 casos no Censo de 2022. O número representa uma queda superior a 70% em relação ao ano 2000, quando havia 229 registros. 

A redução é ainda maior na comparação com 2010. Naquele ano, 340 crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos viviam em união conjugal na capital, o que indica uma queda de cerca de 80% em pouco mais de uma década.

Redação com G1

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