Blog do Jonathan Samuel

SEDUC representa a educação de Campina Grande no Seminário Saber em Movimento, em São Paulo, e vira case em âmbito nacional

var rnd = window.rnd || Math.floor(Math.random()*10e6); var pid1397342 = window.pid1397342 || rnd; var plc1397342 = window.plc1397342 || 0; var abkw = window.abkw || ''; var absrc = 'https://servedby.metrike.com.br/adserve/;ID=181570;size=728x90;setID=1397342;type=js;sw='+screen.width+';sh='+screen.height+';spr='+window.devicePixelRatio+';kw='+abkw+';pid='+pid1397342+';place='+(plc1397342++)+';rnd='+rnd+''; document.write('');

A Educação de Campina Grande foi apresentada como um case de sucesso, no tema equidade e alfabetização, durante o Seminário Saber em Movimento, que ocorreu em São Paulo. A Secretaria de Educação foi representada por Socorro Siqueira, a Secretária Adjunta, Isabelle Pires, a Diretora Técnico-Pedagógica, Emely Herculano, a Gerente do Ensino Fundamental e Ariosvalber Oliveira, o coordenador para as Relações Étnico-Raciais da nossa Rede Municipal.

O Seminário tinha como propósito fazer uma ponte entre evidência e ação na aprendizagem, equidade e alfabetização. Campina Grande apresentou o percurso que levou aos expressivos resultados do município, incluindo o fomento a uma educação antirracista, que traz a campanha permanente de autodeclaração, iniciativas como a Afroflix e Afroteca, o programa de formação docente, AVANÇA, avaliações personalizadas e devolutivas qualificadas, além do acompanhamento sistemático das escolas.

Campina Grande também recebeu uma carta-homenagem no Seminário, discorrendo sobre os acertos e conquistas da Rede, mostrando que a educação é uma inspiração para outras Redes do Brasil em diversos temas e ações.

Isabelle Pires, Diretora Técnico-pedagógica da Seduc, falou sobre o Seminário e a participação da Rede de Educação de Campina Grande:

“Nós não levamos uma ação isolada, levamos um percurso de rede. Mostramos como temos organizado a gestão pedagógica, colocando a pessoa no centro, trabalhando com engajamento, com responsabilidade, metas personalizadas, alinhamento curricular, avaliação, análise de dados, monitoramento e formação. Mostramos também que a alfabetização e a aprendizagem precisam caminhar junto com a equidade. Então, o que levamos para São Paulo foi a compreensão de que o resultado educacional não acontece por uma ação isolada. Ele é consequência de uma política de rede, de escolhas de gestão, de acompanhamento, de formação e, principalmente, de uma visão de que cada criança precisa estar no centro das nossas decisões. E que, quando o saber se movimenta entre as redes, ele deixa de ser apenas uma experiência local e passa a contribuir para uma educação pública cada vez mais comprometida com aprendizagem e equidade.”

Sair da versão mobile